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Há pelo menos 10 anos, o Bruno Martins e este escriba, conhecemos Antônio Nobre, cientista, e profundo conhecedor da Amazônia, pela qual vem pondo a boca no trombone há muitas luas.

Conversar, ou melhor, aprender, com Antônio Nobre, é um privilégio. Seus depoimentos são claros, e iluminados como a luz do Sol. Ele está presente em pelo menos uns quatro documentários que fizemos sobre a Amazônia. 

O que aqui ele diz é de uma simplicidade, e gravidade, fossemos um país sério, que deveria ser debatido, questionado, nas escolas, nas universidades, nos cineclubes, nos sindicatos, no Congresso brasileiro, mas aí também já é pedir demais.

Curioso é que a última vez que nos encontramos, no coração da selva do Amazonas, ele revelou ter lido, “Amazônia – A Última Fronteira”, livro deste escriba. E, no entanto, ele ainda tinha seus cabelos negros.

E não faz muito. Quase não o reconheço.

Acompanhar o descaso, as agressões, a destruição da Amazônia não pode, infelizmente, produzir indiferença em quem a ama de verdade.

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