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(…) Neste momento particularmente conturbado da história do Brasil, quando o país lava as roupas em público, é uma boa hora para lembrar que às vezes conspirações são mais que teorias e que o Estado tentou varrer para debaixo do tapete alguns momentos sórdidos da história da nação.

Entre elas, um programa nuclear clandestino, o assassinato de um ex-presidente no regime militar (ou seriam dois?) e campos de concentração.

O trabalho das Comissões da Verdade, a liberação de documentos classificados e até o Wikileaks vêm jogando novas luzes sobre aquilo que imaginávamos saber.

Para pesquisadores e historiadores, porém, muita coisa ainda está oculta. 

A sonegação de informações oficiais vem de longe. Começou já na “certidão de nascimento” do país – a carta de Pero Vaz de Caminha (ao que parece, herdamos o hábito dos portugueses).

“O rei de Portugal, dom Manuel 1º, demorou um ano para comunicar a descoberta oficial do Brasil ao sogro, o rei da Espanha”, conta o jornalista e escritor Laurentino Gomes  “E a carta de Caminha, que dava detalhes do evento, ficou escondida na Torre do Tombo, em Lisboa, até 1773.”

João Vicente Bernardo e Fábio Marton

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