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Phineas Taylor Barnum (1810-1891) foi um megaoperador. E, no entanto, foi por suas frases, que também se consagrou. Ruy Castro resgata algumas deles:

(…) Mas Barnum ficará mais pelo que disse e escreveu sobre propaganda. Exemplos: “A publicidade está para o produto como o estrume para a terra”; “Sem promoção, uma coisa terrível acontece —nada”; “A má propaganda não existe”; “Nada atrai mais uma multidão do que uma multidão”; “Não ligo para o que escrevem sobre mim, desde que escrevam certo meu nome”; “Se der um tiro no sol, posso acertar uma estrela”; “Meu mote: uma bunda em cada cadeira”. E a mais famosa: “Nasce um otário por minuto”.

Barnum não vacilava ao vender um produto, mas este tinha de fazer jus ao que ele vendia. Só venderia um gato por lebre se o gato fosse sensacional. À sua maneira, era um charlatão honesto.

No Brasil, os charlatões nem são honestos, nem se fazem passar por isto. Não precisam.

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