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Há uma perplexidade geral de que o ano de 2017 se anuncia desastroso, um verdadeiro fim do mundo.

E que nunca mais tenhamos nada parecido a 2016. Lorota, desconhecimento histórico, paixão ou cegueira.

O mundo, para nenhuma espécie, foi até hoje um mar de rosas.

Muito menos para o ser humano, que, ao ganhar a capacidade da dúvida, o questionamento, a reflexão,  se tornou uma das espécies mais crueis de todas as formas de vida do planeta.

Violência foram as invasões napoleônicas, as duas guerras mundiais, os enfrentamentos no Pacífico entre Ocidente e asiáticos, as Cruzadas, a escravidão no Brasil, os crimes do Brasil colonial,  e as duas ditaduras que tivemos recentemente; a getulista e a dos milicos.

Dois mil e dezesseis foi um dos anos mais virtuosos que o Brasil já teve.

A elite de colarinho branco, tanto na política como no mundo dos negócios, tendo que prestar contas à Justiça, alguns já encarcerados, e a podridão das propinas, das isenções fiscais, das medidas provisórias emergindo, vindo à tona.  

O que devemos é sonhar, lutar, pôr a boca no trombone; e que 2017 seja a continuidade, no que toca a essa varredura, de 2016.

Há algo mais gratificante do que Sergio Cabral e sua Adriana passando o Verão numa das dependências do Complexo de Bangu, no Rio, com sensação térmica de 52 graus?

Ou Eduardo Cunha varrendo latrinas de traficantes, e outros parceiros, nos presídios de Curitiba?

Ou Lula esgrimindo histórias, nultiplicando versões, para escapar de suas supostas malfeitorias?

Como amaldiçoar 2016? 

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