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Vejam o que essa bela mulher (1861/1937) aprontou, enquanto viveu.

Bela, loira, nesta foto os cabelos estão negros; por ela Freud teria se apaixonado, principalmente pelos lábios carnudos.

Seios, não os tinha. E o que importam, e pra que servem, numa mulher interessante? Seios, que seios, nostalgia dos seios da mãe?

Os homens que lhe fizeram a corte, e poucos não foram, tinham a cabeça feita, analisados, pelo menos diante dos desafios do mundo.

Ora, ora, os seios, os seios da barbie americana? Não, eram todos europeus.

Numa só investida, melhor dizendo, numa só rodada, envolveu Nietzsche e Paul Rée, ambos filósofos.

Os três viveram juntos, mas não esquecia de lembrar, para os dois e quaisquer outros que dela se aproximassem: “Quanto maior o desejo, maior a perda de nossa identidade”.

E ela não parou, enquanto viveu, arrebatando os grandes homens de seu tempo. Também pudera! A parceria da beleza com a sensibilidade, com a percepção, resistir, quem há de?

Casou com o intelectual persa F.C Andreas, bem mais velho que ela, mas não descuidou de seduzir, ela foi insaciável, o grande poeta alemão Rainer Maria Rilke.

O diabo da bela psicanalista arrasou em sua passagem pela Terra.

E mais aprontaria, se para tão instigante loba, tão curta não fosse a vida e tão cordeirinhos não fossem os homens.

O bigodudo, por óbvio, é Nietzsche

 

 

 

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