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Nesta data, hoje, simbólica, mas de infinita importância, e de promoção de tantas bobagens, enunciados inúteis, bacia amazônica de rolando lero, vale, quem sabe, fragmentos do Eclesiastes, o livro dos livros, o mais belo, o mais poético, de todos os outros criados pelo homem.

(…) Vaidade de vaidades, diz o pregador, vaidade de vaidades! Tudo é vaidade. Uma geração vai, e outra geração vem; mas a terra para sempre permanece. Todos os rios vão para o mar, e contudo o mar não se enche; ao lugar para onde os rios vão, para ali tornam eles a correr.

Todas as coisas são trabalhosas; o homem não o pode exprimir; os olhos não se fartam de ver, nem os ouvidos se enchem de ouvir. O que foi, isso é o que há de ser; e o que se fez, isso se fará; de modo que nada há de novo debaixo do sol.

Há alguma coisa de que se possa dizer: Vê, isto é novo? Já foi nos séculos passados, que foram antes de nós. Já não há lembrança das coisas que precederam, e das coisas que hão de ser também delas não haverá lembrança, entre os que hão de vir depois.

Atentei para todas as obras que se fazem debaixo do sol, e eis que tudo era vaidade e aflição de espírito. Aquilo que é torto não se pode endireitar; aquilo que falta não se pode calcular.

E apliquei o meu coração a conhecer a sabedoria e a conhecer os desvarios e as loucuras, e vim a saber que também isto era aflição de espírito.

Porque na muita sabedoria há muito enfado; e o que aumenta em conhecimento, aumenta em dor.

 

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