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Certo, estamos vivendo uma ressaca, depois da tarde da vergonha. E, no entanto, nada é uma linha reta.

Nem a vitória, nem a derrota. O ano de 2016, voltamos a insistir, ficará registrado como àquele da vassourada na banda podre do poder.

Portanto, um belo e generoso ano.

É possível esquecer que Sérgio Cabral, ex-governador do segundo estado da federação, precisa hoje fazer suas necessidades básicas em pé, no conhecido “boi” dos presídios?

Que sua esposa, Adriana Ancelmo, ex-primeira dama da cidade maravilhosa, precisa se acomodar num espaço de seis metros quadrados, e está impedida de exibir, nas passarelas do mundo, as joias mais caras de que se tem notícia?

É possível esquecer que José Dirceu, o “herói do povo brasileiro”, juntamente com Palocci, Vaccari Neto, e tantos outros poderosos dos anos dourados do lulopetismo, morfam em silêncio nas “pensões” da República de Curitiba?

Que Aécio Neves, José Serra, Alckmin, os presidenciáveis do PSDB, o partido cotado para ocupar o Planalto, não sabem, ou sabem?, o que os aguardam depois da “delação do fim do mundo”?

Há algo mais generoso que ver a figura do Lula, cada vez mais patética, negando o óbvio, exibindo a juba de um leão sem dentes, tendo, juntamente com seus amigos e até familiares, que prestar contas na Justiça por seus malfeitos e engodos?

Quem tem pressa, já foi dito, termina comendo cru.

O Brasil que pensa, as pessoas de bem, precisam não esquecer essa sábia dica popular.

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