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Geddel Vieira caiu, gol a favor, num episódio que explicita a cultura brasileira onde o público e o privado se entrelaçam.

Calero vai para o freezer, no Itamarati, enquanto durar este governo, remanescente do que de pior existiu no país de escola de oligarquias, patrimonialismo, compadrios, populismos e malandragens.

E, no entanto, pior que este episódio é a patifaria que se arma no Congresso, com apoio explícito de Renan e dissimulado de Rodrigo Maia, perseguindo a anistia de criminosos, e derretendo, na calada das tramoias, a Lava-Jato.

Sergio Moro resumiu à perfeição:

– Anistiar condutas de corrupção e de lavagem de dinheiro impactaria não só as investigações e os processos já julgados no âmbito da Operação Lava Jato, mas a integridade e credibilidade interna e externa do Estado de Direito e da democracia brasileira, com consequências imprevisíveis para o futuro do País.”

Terça feira a onça vai beber água, quando a votação desta aberração voltará ao plenário da Câmara, sem cabeça, feito bacalhau, redonda feito tapioca, sem autoria, sepultando a inédita caminhada de depuração dos costumes, que, em cinco séculos, nunca conheceramos.

Que o país proteste, bata panelas, vá às ruas, congestione as redes sociais, enquanto durar a votação.

Panelaço terça-feira, pode ser uma pedida.

Os ovos da serpente já chocaram e estão prontos a eclodir, o bicho de sete cabeças reaparece assombrando as pessoas de bem que sustentam e carregam nos ombros este país.

 

 

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