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Michel Temer é tão posudo que se esquece – é o que imaginamos – dos momentos únicos de um estadista. Cavalo arreiado não passa duas vezes diante de um cavaleiro.

Com baixissima aprovação, conforme lembrou o publicitários Nizan Guanaes, é a hora de executar as grandes reformas, já que um governante, bem avaliado, é réu natural da maioria.

E a maioria, já dizia Sócrates, não prima pela sabedoria, pelo equilíbrio, pela razão.

Nelson Rodrigues chegava ao exagero, quem sabe, de garantir que toda unânimidade é burra.

Temer está vivendo um momento único.

Bem que poderia carimbar o seu nome como um dos grandes estadistas brasileiros, mas prefere fazer a dança das mãos, a exibição das ênclises e mesóclises em seu verbo, deixando escapar a baixa aprovação, e fazer o que o país precisa de verdade.

Ninguém governa positivamente refém da maioria. Governar é receitar remédios amargos.

 

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